2009-12-11

Lisboa mais perto!!

Bem, na verdade o titulo tanto podia ser "Lisboa mais perto" como "Edimburgo mais perto" tudo depende do ponto de vista.
Seja como for a partir de Maio estas duas cidades vão ficar mais perto, muito mais perto. Há distancia de um voo de três horas e pelo preço de ~30-50 euros. Isto porque esta semana a EasyJet anunciou que em Maio vai começar a voar três vezes por semana entre as duas cidades (às terças, quintas e domingos). A diferença é enorme tanto em tempo como em preço, e mesmo em termos de carbon footprint (metade dos voos necessários para cá vir).

Por isso, este verão devem poder conta comigo em terras lusas mais vezes (já estou a salivar com a perspectiva de ir ai pelo St. Antonio). E, fico à espera que alguns dos que disseram à cinco anos atrás que me vinham cá visitar finalmente cumpram o prometido (mesmo com crianças pequenas). A minha sala têm sofá-cama com cama de casal (testada e comprovada) e espaço no chão para colchão de ar duplo, no caso de ter ocupação múltipla.

Por isso, já não há desculpas!
Cá vós espero!

2009-12-07

Mais um pôr do sol visto da minha janela


O tempo por aqui continua demasiado ameno para um verão tórrido...ou seja aquilo que eu pensava que seria num deserto...ainda assim estou ansioso para voltar ao Hemisfério Norte e poder olhar para estes tons de laranja na lareira...enfim nunca hei de perceber aqueles "conterrâneos"-com certeza que os haverá!- que fogem para climas amenos e tropicais na época Natalícia...e aqui o que não falta são enfeites de Natal e mesmo empregadas de caixa de supermercado com gorros de Pai Natal...

2009-12-03

Para os iniciados...

afinal, a diferença não era tanta...
aviso amigavel: cuidado, ha fotos em bikini da senhora na net...

2009-12-01

Finalmente !!

2009-11-29

Finalmente!!



Hoje, sempre foi o dia: sempre fiz maki nori! Claro, são imperfeitos, mas souberam-me muito bem. Afinal, é mesmo facil... a parte delicada é mesmo a preparação do arroz.

2009-11-17

Pensamento do dia

Oi pessoal... Ha quanto tempo!!!! Venho apenas dar noticias... Estou vivo e feliz!!!


"Recomeca... se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcances não descanses, de nenhum fruto queiras só metade."

Miguel Torga


Eu sei o que quero! E nao quero so metade!! QUERO TUDO!!!

2009-11-12

Se fosse uma "gamba" já se comia...

Aqui vos deixo umas fotos de um exemplar do alacrau, perdão, escorpião mais venenoso à face do planeta. Segundo dizem uma picada sem antídoto é fatal ao fim de umas horas...mas se eu apanhasse uns quantos, e já os vi maiores, davam um belo pitéu...

2009-10-08

Temos cientista!

Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
A lei bolha marota

Era um mergulho sem grande história, a duas milhas de São Miguel, numa zona chamada Furnas de Fora. Até que a geóloga Filipa Marques, da Faculdade de Ciências de Lisboa, reparou numas bolhas de ar a acompanhar o robô submarino português, enquanto olhava para os ecrãs com imagens do veículo debaixo de água. Virão do navio, o “Almirante Gago Coutinho”? Ou do próprio robô?
Até a esse momento, a história do mergulho de ontem (quarta-feira), o primeiro desde a partida do cais militar da Praia da Vitória, na ilha Terceira, resumia-se a um fundo de sedimentos. Nada de rochas, aquilo que quem está envolvido no projecto de extensão da plataforma continental portuguesa para lá das 200 milhas tanto quer trazer do fundo do mar. Amostras de basaltos, neste caso, podem ajudar a perceber quando é que o chão do mar deixa de ter as características geológicas dos Açores e passa a ter as características geralmente observadas na crosta oceânica. Quantas mais amostras recolhidas nos Açores, para fazer essa caracterização, melhor. Mais material existirá para comparação. Se a influência das rochas dos Açores se prolongar para lá das 200 milhas (ou seja, da zona económica exclusiva), Portugal poderá reclamar jurisdição sobre essa parte do solo e subsolo marinho.
Também nada de vida marinha exuberante, salvo uma gorgónia, uns camarões esbranquiçados atraídos pelas luzes do robô ou um cardume de pimpins e carapaus.
Como o veículo operado à distância (ROV) aterrou um pouco longe das Furnas de Fora, que é um monte a cerca de 300 metros de profundidade, a certa altura começou a navegar para o local pretendido, tal como o navio a que está ligado por um cordão umbilical. Mas as coisas não estavam a 100 por cento: um dos motores que mantêm a posição pretendida do navio não funcionava. E os ventos e as correntes complicavam tudo, pelo que foi tomada uma decisão: abortar a missão. O robô voltou para o navio e, mais tarde, seria largado num flanco do monte perto do topo.
“Nuno, estás a ver as filmagens?”, perguntou a certa altura Filipa Marques, pelo “walkie-talkie”, ao chefe da missão, o geólogo Nuno Lourenço. Ela encontrava-se dentro do "cérebro" do robô, um contentor no convés do navio, repleto de monitores, de onde o veículo é comandado dentro de água. Ele estava na ponte do “Almirante Gago Coutinho”, de onde se coordenam os movimentos do navio em função do sítio para onde se quer levar o robô. “Milhares de bolhas”, disse-lhe a geóloga.

Várias hipóteses
Cedo a hipótese de terem sido produzidas pelo navio foi excluída, porque as bolhas apareceram quando o robô ainda se encontrava a 26 metros de profundidade. Aprisionadas no robô também não devem ter sido. “Porque são muitas bolhas”, explicou Filipa Marques.
Outra hipótese começou a ganhar forma na cabeça dos geólogos. Estando perto de uma ilha vulcânica, talvez se esteja perante a perda de gases através da crosta terrestre.
Já com o robô no navio, os geólogos reuniram-se no contentor para discutir as imagens. “Vamos ter de mergulhar aqui outra vez, para procurar fissuras que deitem bolhas. Estou convencido de que não são do ROV. Estão muito longe do ROV”, dizia Nuno Lourenço. “O que me perturba é a história da lei da bolha marota.”
Uma bolha que tem uma lei e, ainda por cima, é marota? Na verdade, é a lei que explica o que acontece ao ar comprimido respirado pelos mergulhadores: à medida que descem no mar, as bolhas de azoto dissolvem-se no sangue e nos tecidos, depois se regressarem à superfície depressa demais, as bolhas aumentam de volume e podem causar a morte.
Esta lei que relaciona a pressão com o volume é conhecida pela lei de Boyle-Mariotte ou, como diz Nuno Lourenço a brincar, a lei da bolha marota. A “perturbação” do geólogo vem do facto de o robô ter aterrado a cerca de 600 metros: se as bolhas viessem dessa profundidade, lá em baixo não seriam detectadas por causa da pressão, mas perto da superfúcie deveriam ser muito maiores do que as observadas. “Estas bolhas são muito pequenas para gás que tenham vindo de 600 metros. Podem estar a ser levadas de uma zona menos profunda”, explicava Filipa Marques.
Para desvendar o mistério, o robô acabou de voltar à água esta manhã, perto do sítio onde terminou a visita de ontem. Acabou de descer agora pela coluna de água e atingir o fundo. Será que os geólogos vão ter as rochas que querem? Será que vão ver a lei da bolha marota em acção?
Publicada por Teresa Firmino em 3:50 0 mergulhos
Etiquetas: Açores, Mergulho, ROV

2009-09-30

Foto de Família

2009-09-29

Dia de pagamento

Por aqui os sábados que se seguem ao pagamento do salário mensal são os únicos dias do mês em que o centro de Rosh Pinah se enche de animação e com algum colorido.













2009-09-24

Kalahari

Quando recebi a notícia do nascimento do André eu estava neste local,



uma duna algures numa quinta do Kalahari Namibiano.

2009-09-21

In DN

Bode espiatório (de espiões)

por Ferreira FernandesAmanhãComentar


Escrevi, aqui: "(...) Estou a brincar com coisas sérias? Estou, mas nada comparado com o silêncio do Presidente depois de um jornal sério ter dito que um homem do Presidente disse que o Presidente estava sob escuta. Um homem? No sentido de ser humano que não o de carácter: assessor da Presidência que insinua um crime contra um símbolo da Nação e não dá a cara não é homem nem é nada." Escrevi isso a 19 de Agosto de 2009, logo no dia seguinte ao Público ter publicado a manchete sobre as pretensas escutas em Belém. Ao que parece, a canalhice do procedimento é, hoje, evidente para todos. Ainda bem. Não estou a gabar-me de presciência, estou a justificar porque dediquei tanto do último mês a combater a vil campanha sobre suspeitas, medos e asfixias - encomendada por Belém, como se confirmou ontem, e tolamente acolitada por Manuela Ferreira Leite, induzida em erro pelo silêncio de Cavaco. Quando foi necessário correr atrás do prejuízo, Cavaco defendeu a eleição que lhe interessa (as presidenciais, daqui a dois anos), prejudicando a colega de partido nas eleições daqui a sete dias. A inventada campanha "espiatória" acabou num bode expiatório, o bode bíblico que, no Levítico, levava consigo os pecados dos outros. Mas eu continuo na minha: o pecado ainda mora em Belém.


2009-09-19

Belmiro critica Cavaco?

por Ferreira Fernandes



Disse, ontem, Belmiro de Azevedo: "Que [o jornal] não se deixe assustar por opiniões um bocado desastradas de alguns governantes que querem mandar no Público sem pôr lá dinheiro nenhum." Sábias palavras. Pelas mais recentes notícias, Belmiro fala de governantes no sentido lato: cabe lá o Presidente da República. A que título um assessor presidencial (como foi divulgado pelo Público, há um mês, em duas capas não desmentidas), Fernando Lima de seu nome (como foi documentado pelo DN, ontem, e não desmentido), um assessor de Cavaco, pois, mandou o Público pesquisar, desastradamente e sem lá pôr dinheiro, alegadas escutas em Belém? Sendo o assunto um escândalo (PR escutado pelo PM), Cavaco deveria ter feito denúncia pública. Não ouvi. Estando a segurança nacional em risco, deveria ter alertado o Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informação. O presidente deste, o deputado Marques Júnior, negou qualquer contacto. Querendo discrição, o assessor podia ter contratado o detective Correia (há anúncios com a morada). Podia muita coisa mas não o fez: Lima preferiu mandar no Público. É natural Belmiro não ter gostado. Mas, que ele me perdoe, os gastos naquelas duas capas do Público que propiciaram a capa de ontem do DN revelam bem quem é Cavaco Silva. É despesa muito bem gasta.

2009-09-18

Parabéns aos papás!!!!! É o Bruuuá!!!!!! André da Costa Vicente!!!! Vai ser monárquico...

Muitos parabéns aos pais e o André, o novo colaborador do Comida na Pedra!!!

Sei que o parto correu bem, a ana já está pronta para uma noite de petiscos, cinema e dança, o rebento nasceu ás 5.30 da madrugada, e já falei com o Zé, que aparentemente teve que ser escoltado à força para fora do hospital, parece que estava a tirar fotos um bocado demasiado perto do "alvo", e com zoom... lol

Ainda dizem que do curso de Geologia só saiem gajos que andam a correr o mundo em estações petrolíferas e a partir rochas á procura de alguma prova de que o Benfica alguma vez foi campeão... :)


Que venham muitos por aí, para fazer uma equipa de hóquei (mista).


E agora, que tal darmos sugestões de um local para o baptizado e festa temática?


Eu sugiro fazer no Grand Canyon, e irmos todos bem vestidos e haja muita murraça e camarom...

2009-09-16

Sou um turista oficial

Na véspera do meu último dia com visto trabalho válido, um dia nebulado por sinal, vi-me obrigado a rumar à fronteira mais próxima (África do Sul) a meros 20 km e "picar o ponto em ambos os postos fronteiriços". Atravessei o Orange River, paguei a travessia, visitei a alfândega, comprei uns postais e regressei na barcaça...De certa forma e com mais brevidade, fez-me lembrar os tempos de infância em que ia e vinha a Espanha comprar caramelos, chocolates e outras coisas mais...a diferença é que desta vez na saída e re-entrada na Namibia como turista (válido por 20 dias) o diligente funcionário da emigração ameaçou vir buscar-e a Rosh Pinah caso soubesse que eu estaria a trabalhar (ilegal, obviamente). Neste momento sou um turista oficial e "com salário", a empresa continua a ter de me pagar. Nada mau...

2009-09-14

A "minha" Africa1

Não parece, mas isto afinal de contas é "Africa". E porque não quero ser acusado de "discriminação racial" aqui vos deixo algumas fotos dos locais-embora na verdade muita pouca gente seja "local" em Rosh Pinah.



2009-09-11

ready for countdown? estou quase lá ...






2009-09-09

Comida na pedra!

Mesmo no outro lado do mundo se encontra comida na pedra!


Contudo, neste caso não era um belo naco de vitela mas carne de galinha.
A carne vem crua e e' cozinhada `a vontade de cada um (normalmente deixada ainda em sangue por dentro). Devo dizer que carne de galinha meia-crua não esta' no topo da minha lista de iguarias mas esteve muito longe de ser a coisa mais estranha que comi durante a minha estadia por terras nipónicas.
Garganta de porco, gelado de sementes de sésamo, escaravelho caramelizados,... entre outras coisas (as mais estranhas nem sei o que eram). Mas na lista de novidades houve sem duvida tambem grandes sucessos - recomendo gelado de chá verde e mochi cake e outra coisas que infelizmente não decorei o nome :o(
Seja como for, entendi como e' que o caro professor Fonseca perdeu vários quilos no Japão por não comer coisas que não conhecia.

Trovoada


Serão resultados da trovoada de hoje?




2009-09-08

Virado para Leste

2009-09-07

Um dia de chuva


Tardes de Esplanada

2009-09-03

Alguém está interessado?

Isto é o Bairro de lata local, "Tutangeni"

2009-08-27

MoteLx

A começar para a semana, mais uma edição de MOTELx!!

Alguém quer ver?

Ah! Ah! Ah! (Para ler com a entoação à filme de terror)

2009-08-24

Na realidade

o que vimos foi isto ...





O submarino Nautilus

History of the Expedition

Nautilus on the Delaware River
Nautilus on the Delaware River
Sir Hubert Wilkins first got the idea of a submarine expedition to the North Pole during his first polar expedition in 1913. The actual plan of the expedition, suggested by that expedition's commander Vilhjalmur Stefansson, came to fruition during Wilkins's honeymoon in 1930, while staying with Lincoln Ellsworth at his Swiss Castle in Schloss Lenzburg. Both men had crossed the North Pole before (Wilkins by airplane and Ellsworth by airship), and both saw that the submarine as a means of safely reaching the Arctic to conduct scientific experiments. Wilkins also envisioned the use of submarines to establish weather stations in the polar regions, and as a means of transporting cargo between Europe and the United States over shorter distances by sailing over the roof of the world.

In 1931, Sir Hubert began to assemble his scientific research mission to the North Pole. Using a modified O-class submarine leased from the United States Navy, the goals of this expedition were two-fold: to conduct scientific experiments and observations while moored to ice floes and while under weigh; and to successfully navigate to the North Pole while submerged beneath the ice floes. The experiments ranged from meteorological observations to temperature and water samples taken from the surface and the sea floor.

The submarine that Wilkins leased was the O-12 (SS 73), built in 1916 by the Lake Torpedo Boat Co. of Bridgeport, Connecticut, and was brought to the Mathis Shipyard in Camden, New Jersey, for additional modifications. There, the boat was stripped of her military armament and fitted out with the latest scientific equipment, and changes were made to the superstructure to allow her to operate beneath the ice floes. With the modifications complete, the submarine cast off from Mathis Shipyard on March 16 for the first leg of her journey which would take her to the Brooklyn Navy Yard in New York. Even before leaving the Delaware River, however, the sub was delayed. A snow storm forced the O-12 to stop at the Philadelphia Navy Yard (not an auspicious start for a ship headed to the Arctic), and she had to stop again at the Texas Oil Company wharf at Marcus Hook to take on fuel.

Christening the Nautilus at Brooklyn Navy Yard
Christening the Nautilus at Brooklyn Navy Yard
On March 23 the O-12 arrived at the Brooklyn Navy Yard. While entering New York Harbor, the crew suffered the first in a series of accidents and mechanical problems that would plague them on the expedition when Willard I. Grimmer, age 27, fell overboard and drowned. The next day, Lady Suzanne Bennett Wilkins (Sir Hubert's wife) christened the submarine Nautilus, using a bottle of ice water, since prohibition made champagne unavailable. Among the many spectators to witness the event was Jean Jules Verne, grandson to the author of 20,000 Leagues Under the Sea, which was the source of the O-12's new name.

Before setting out on the expedition, the crew put the Nautilus through test runs in various locations off the New England coast, including a 90-foot dive off Block Island. Facing mounting criticism and the fact the expedition was already two months behind schedule, it was decided that the Nautilus would head out immediately to its next port of call in England. This leg of the voyage, too, would be ill fated. While crossing the Atlantic, the Nautilus ran into severe storms that resulted in mechanical failure on June 13, when the starboard engine cracked a cylinder. This mishap was followed by the failure of the port engine, probably form overuse as the sole source of propulsion.

During the crossing, Wilkins had continually radioed the submarine's position back to the United States, and after both engines had failed, they began to broadcast a SOS. The Nautilus was eventually rescued on June 15 by the U.S.S. Wyoming (BB-32), which was crossing the Atlantic on a training cruise with midshipmen from the Naval Academy. The Wyoming took the foundering submarine in tow to Queenstown, Ireland, from which she was later towed to Davenport, England, for repairs. Delay was added to delay, when essential spare parts had to be shipped specially from the United States. Finally, the Nautilus was able to get under weigh for Bergen, Norway, where they rendezvoused with the sub's science officers and took on additional equipment. Among the most valuable pieces added in Bergen was a diving chamber, which was located at the forward end of the boat in the former torpedo room. Cabin pressure in this chamber could be regulated to match the external water pressure, allowing scientific equipment to be lowered directly into the water through a hatch.

Crew of the Nautilus on an ice floe
Crew of the Nautilus on an ice floe
On August 5, the Nautilus finally left Bergen and headed north in search of the ice floes. Following course, the voyage was repeatedly delayed due to mechanical problems and storms, one of which caused the submarine to list at angles of up to 57 degrees. The crew did not encounter their first ice floe until August 19, a moment celebrated when Ike Schlossback took the first to step onto ice at 18:00 hours. For the next few days the submarine followed the edge of the ice pack in search of a location to make their first dive attempt. On August 22 the decision was made to dive under the ice floe, but while preparing to submerge, Captain Sloan Danenhower noticed that the Nautilus's diving rudders appeared to be missing. Diver Frank Crilley was put overboard to assess the damage, and he confirmed Danenhower's observation that the rudders were lacking, noting that there was evidence that they had been intentionally broken off. Loss of the rudders made standard dives impossible, and for Wilkins, confirmed the suspicion that one or more members of the crew had sabotaged the boat. Further evidence for this suspicion came from the fact that the vertical rudder was not damaged -- as the diving and vertical rudders are part of the same structure, an ice impact would have carried both rudders away. The sabotage, if sabotage it was, may have been linked to some of the crew's lack of confidence in Wilkins, and the feeling that the expedition was a suicide mission.
Crew of the Nautilus conducting experiments on ice
Crew of the Nautilus conducting experiments on ice
Despite this setback, Wilkins was determined to accomplish some of the scientific experiments he had originally planned, particularly those that did not require being submerged. In the course of carrying out the experiments, the opportunity of forcing the Nautilusunder an ice pack presented itself on August 31, and by filing all four ballast tanks and setting the trim at 2.5 degrees, the Nautiluswas able to dive beneath a floe three feet thick. Using this same technique, the crew were able to make additional dives below the ice floes before the voyage ended.

After a few days of further research, Wilkins was persuaded that it was no longer safe to remain at sea. The Nautilus arrived at Longyeartbyen in Svalbard on September 8, after suffering through the worst storm she had yet encountered on the voyage. It was planned to proceed to a port in England, but when the boat encountered another storm, resulting in massive hull damage and engine failure, the Nautilus was forced to dock in Bergen one final time. After receiving permission from the United States Shipping Board, the Nautilus was towed out of Bergen and sunk in a Norwegian fjord on November 20, 1931.

Sources consulted


Noruega


E não é que comi bacalhau na Noruega? Bacalau como dizem, é a versão salgada do peixe com um nome diferente. Come-se fresco, com batata cozida, molho de manteiga com ovo cozido e "topping" de bacon frito! Divinal!


O mexilhão é semelhante ao que comi na Bretanha. Muito bom. Aliás em termos de sabor nada tem a ver com o nosso. Cozinha-se em lume lento com vinho branco e natas.

O camarão é do pequeno, delicioso.

Sim, comi mesmo muito bem!

Ah, é verdade, também pilotei um ROV. Mais pequeno que o nosso ideal para o R/V Vita o catamaran onde pernoitamos durante uma semana. Visitámos um submarino afundado antes da 2ª guerra o "Nautilus" com uma história muito interessante por detrás.


2009-08-21

Ninhos

E porque por aqui tenho sido fortemente condicionado a respeitar a Natureza (quase à força, como exemplo da estupidez ambiental escritas nos manuais e seguida por aqui, aquendo da construção de uma estrada ou novo acesso para sondagens ou outro fim, esta deve ser feita ondulada-mesmo que muito mais comprida- de forma a causar menos impacto "visual", o mais ridículo é que no caso falo de acessos a sondagens dispostas ao longo de uma linha recta), aqui ficam algumas fotos de Natureza intacta, neste caso de ninhos.


2009-08-18

Lebre com feijão ou problema de expressão!

Pois é, no passado sábado o "lebrão" teve um destino bem mais elaborado que a mera confecção de biltong-aparte um ou outro guisado, este foi o destino reservado ao Springboks.
Da lebre tratei eu e de duas formas distintas:1- uma versão simplificada de ensopado;2-lebre com feijão.
Voltei a aprender e a quebrar mais uma das regras locais: os pubs -bares não possuem licença para vender bebeidas para fora dos estabelecimento (neste caso cerveja). Tudo isto para dizer que a falta de mais vinho branco para acabar de cozer a lebre com feijão, vi-me obrigado a ir comprar uma cerveja de litro ao pub. Após a explicação acerca do fim a dar a necessidade a senhora do balcão ficou a achar que eu era louco, "cozinhar com cerveja",onde já se viu, ainda para mais uma "espécie de coelho", eu só poderia ser doido no pensamento da senhora... Como estava embrulhada e na minha mochila lá recebi a autorização devida do gerente, prometendo que não a tiraria do saco até chegar a casa.
Durante o jantar fiquei algo surpreendido. Eu cá esperava que os convivas da jantarada preferissem o ensopado com batatas à feijoada. Mas não, ao ponto de no dia seguinte ter cumprido o prometido e dado os dois tachos a provar aos meus vizinhos da frente (a senhora por sinal é a secretaria do departamento), disse-lhe "take as as much as you want"...recebi elogias acerca da feijoada e ambos os tacho vieram vazios...e lá tive que improvisar o almoço de domingo, isto quando eu contava com um ensopado. paciencia, para a próxima tiro a minha parte primeiro...

2009-08-12

A Caça (Springboks)

O Caçador

As "vítimas", um casal de Springboks e uma lebre. Esta última teve azar, ao que parece por aqui não são geralmente caçadas e servem de alimento a leopardos, chitas e chacais. Mas estava-me mesmo a apetecer um ensopado de lebre! É realmente impressionante a quantidade de lebres que há por ali, contei mais de 100 numa noite, ve-se mesmo que por aqui não há muitos caçadores Portugueses- os anfitriões e colegas de caçada ficaram chocados quando lhe contei que em Portugal o preço de uma lebre é similar ao valor de um Springbok de cerca de 30-40Kg.